Namoro bipolar

Será que meu namorado sofre de bipolaridade?

Alguns dos trabalhos concluíram que pacientes bipolares apresentam piores resultados no ajustamento social, quando comparados aos unipolares. Quanto pior o relacionamento familiar, pior também o ajustamento social. Esses resultados concordam com vasta literatura.


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Trabalhos mostraram que a dinâmica familiar conflituosa, permeada por sentimentos hostis e presença excessiva de críticas, desencadeiam mau ajustamento psicossocial nos pacientes com transtornos afetivos. Portanto, pacientes que convivem com tal dinâmica familiar estariam sujeitos a freqüentes episódios, os quais, muitas vezes, os conduzem a internações e constantes rupturas com o meio social, trabalhista e familiar.

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Além disso, a capacidade do paciente e dos familiares para detectar precocemente os sintomas e os sinais associados ao episódio pode prevenir o agravamento do mesmo, além de reduzir a freqüência de hostilizações. Manic-depressive bipolar disorder: the course in light of a prospective ten-year follow-up of patients.


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Atlanta; Software version 7. Michigan; Siegel S. Stastitical Methods in Epidemiology. London: Oxford University Press; Paykel ES.

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Detalhe e comente a sua pergunta 50 Você precisa escrever mais caracteres Como você deseja enviar sua pergunta? Telefone Sobre o que se trata a sua pergunta? Indique sua cidade. Outra coisa que muitas vezes aparece junto com o transtorno bipolar é a dependência de drogas. De acordo com Ferreira, o transtorno até pode ser observado em crianças, mas o mais comum é que seus sintomas apareçam a partir dos 14 anos.

Isso, no entanto, varia.

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Esses episódios podem ser desde relativamente leves até gravíssimos. O transtorno costuma interferir bastante na vida das pessoas, no trabalho, nos estudos, nas relações interpessoais. E é justamente neste ponto que reside o sofrimento da maior parte dos familiares que convivem com alguém que tem transtorno bipolar. Foi o caso de Regina nome fictício, a pedido da entrevistada , uma jornalista paulistana que viu de perto os efeitos do transtorno bipolar no cotidiano de uma família.

Durante seu primeiro casamento, Regina conviveu com um marido que tem transtorno bipolar, mas o tratamento, durante muito tempo, foi deixado de lado. A jornalista explica que a convivência foi fortemente afetada pela instabilidade emocional do companheiro. Emocional, material, espiritual. No âmbito material, o transtorno afeta muito a parte financeira, o trabalho. O psiquiatra afirma que é possível levar uma vida normal e bastante produtiva mesmo com o transtorno bipolar, mas ressalta novamente que o tratamento deve ser feito corretamente, em todos os seus aspectos.

Em geral, pedimos que os pacientes anotem os sintomas do dia a dia. A pessoa começa a ter mais ciclos, mais episódios.